Projeto Gentileza continua neste ano

20151113025113Com o intuito de continuar distribuindo amor e solidariedade, o “Projeto Gentileza” continua suas atividades no ano de 2016. Desenvolvido com os alunos do 5º Ano do Ensino Fundamental, mas abrangendo toda a Escola, as famílias e os alunos, o projeto tem por objetivo ajudar os que mais precisam de forma material e também com atitudes físicas de amor.

Durante todo o ano passado, o Projeto realizou atividades beneficentes para ajudar diversas instituições. Além de arrecadar doações, os alunos, os pais e os professores visitaram as instituições e sentiram de pertinho a realidade das entidades e, assim, desenvolveram atividades diversas com seus integrantes.

Este ano, as instituições que receberão as doações e visitas são: Lar de Maria, Fundação da Paz, Casa Frederico Ozanam, Escola Nossa Senhora da Paz, Lar da Esperança, Abrigo São José e Rede Talita de Educação e Desenvolvimento Humano. Para arrecadar fundos para essas entidades, as camisas e os adesivos do Projeto já estão à venda no Setor Financeiro do IDB. Lembrando que toda renda arrecadada é transformada em doações para essas instituições.

Além de arrecadação de doações, o Projeto também tem por objetivo criar espaços para discussões sobre diversos assuntos, tais como: violência, paz, meio ambiente, família, respeito e tolerância, diversidade cultural, reações sociais e institucionais. Tudo isso contribui para a melhoria da qualidade de vida e das relações familiares e escolares como um todo.

Projeto Gentileza

O Projeto Gentileza foi inspirado no Profeta Gentileza, uma personalidade urbana carioca, espécie de pregador, que se tornou conhecido por fazer inscrições peculiares sob um viaduto situado na Avenida Brasil, na zona portuária do Rio de Janeiro, onde andava com uma túnica branca e tinha longa barba. “Nós pegamos um pouco do exemplo do Profeta Gentileza, para trazer às nossas crianças… Então, nós desenvolvemos na Escola este Projeto, que traz para a sala de aula pequenas ações gentis que fazem muita diferença”, explica Catarina Santos, uma das professoras que está à frente do Projeto.