Alunos do IDB são aprovados na 2ª Fase da OBR

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Juliano Negreiros, Rubens Henrique, Alícia Fortes e Rafael Rodrigues.

Os alunos da 3ª Série do Ensino Médio Alícia Fortes, Juliano de Negreiros, Rafael Rodrigues e Rubens Henrique Ferreira, foram aprovados na segunda fase da Olimpíada Brasileira de Robótica.

A OBR possui duas modalidades, uma Teórica e uma Prática, que procuram adequar-se tanto ao público que nunca viu robótica quanto ao público de escolas que já têm contato com a Robótica Educacional. Os alunos do IDB realizaram a prova na Modalidade Teórica. Essa modalidade é realizada em uma única fase para os níveis 0-4 e em duas fases para o nível 5.

Como prêmio final, os alunos ganharam a oportunidade de participar de um curso de Robótica, que esse ano vai acontecer em Recife. “O alunos fizeram a prova da Modalidade Teórica, que é dividida em duas Fases, I e II. Os quatro alunos já passaram por todas as fases e foram contemplados com a oportunidade de participar desse curso em Recife. Lá eles terão a oportunidade de ter um contato mais direcionado, mais específico para a robótica. Algo pouco diferente do que a gente vê aqui de maneira curricular. Será um curso intensivo de 4 dias avançado”, explicou o professor de robótica do IDB, Henrique Moura.

Rafael Rodrigues, um dos alunos aprovados na fase, disse que a oportunidade de participar foi muito gratificante e que o esforço realizado durante a Olimpíada trará bons frutos aos alunos.

“A oportunidade de participar da OBR é muito gratificante, não só pela parte do reconhecimento, mas pelo esforço que isso vai trazer ao aluno, já que isso trará resultados na vida dele. E pelo fato de cobrar diversas áreas, isso acaba incentivando o aluno a estudar tudo e a se esforçar mais em diversas matérias. Além de proporcionar uma introdução do aluno na área de programação, pois amplia o raciocínio lógico e é uma área para onde o futuro nos guia”, comentou Rafael.

Para o dombarretano Rubens Henrique, que participou pela primeira vez da competição, a OBR foi uma surpresa e explicou porque ele e os demais aprovados não poderão participar do curso em Recife. “É a primeira vez que faço a Olimpíada de Robótica e fiquei surpreso por que, apesar do nome, é uma Olimpíada que engloba muitas outras matérias, como Biologia, Física e Programação. Infelizmente, não vamos poder fazer a parte prática no curso, em Recife, porque a data do curso coincide com o vestibular do Instituto Militar de Engenharia, IME. Mas ter o contato com a OBR foi muito gratificante, porque você abre o horizonte. Fiquei super feliz, pois consegui atingir meu objetivo”, explicou o jovem.

A Olimpíada Brasileira de Robótica é uma das olimpíadas científicas brasileiras apoiadas pelo CNPq, que utiliza-se da temática da robótica – tradicionalmente de grande aceitação junto aos jovens – para estimulá-los às carreiras científico-tecnológicas, identificar jovens talentosos e promover debates e atualizações no processo de ensino-aprendizagem brasileiro.

A robótica e a automação são áreas estratégicas para o país no caminho para o seu desenvolvimento. A robótica tende a se tornar uma das dez maiores áreas de pesquisa na próxima década. Apesar de ser uma área em franca expansão no mundo, o Brasil tem se situado de forma marginal nessa área, arriscando-se a perder um imenso potencial para a geração de empregos, técnicas, tecnologias e produtos devido, principalmente, à falta de incentivo para a formação de recursos humanos na área.

Paz e Bem!