Professores de Língua Portuguesa do IDB participam de encontro sobre leitura

collageOs professores da Equipe de Língua Portuguesa do 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental, do Instituto Dom Barreto, participaram durante esta quarta-feira do encontro “Um diálogo sobre Leitura”, com a professora da universidade Federal do Maranhão, mestre em Letras, Valnecy Corrêa.

O encontro buscou dialogar sobre as práticas de leitura no cotidiano escolar. A professora Valnecy faz um paralelo entre as práticas de leitura propostas pela escola e as práticas sociais de leitura, a fim de tecer um diálogo acerca da leitura enquanto objeto de ensino e aprendizagem. Além do diálogo, os professores compartilharam experiências de leitura sobre as leituras realizadas em sala de aula.

“Pensamos em um encontro que pudesse tematizar com o professor o ensino de leitura. Como o discente tem trabalhado? Quais são os grandes empecilhos? Como é que pode melhorar o nível de leitura dos alunos? Então, a escola precisa ensinar o aluno como ler”, comentou Valnecy.

A professora da UFMA, que possui uma vasta experiência na área de Letras, com foco nos estudos sobre a Leitura, segundo os pressupostos do Sociocognitivismo, explicou sua ênfase dará durante o encontro.

“Normalmente há um discurso em todos os âmbitos do ensino que é importante ler, que a leitura favorece o aprendizado como um todo, que o aluno precisa ser leitor. Mas nem sempre o aluno é orientado a como ler. Então, o nosso foco, para que melhore esse processo é trabalhar o como ler. É pensar a leitura como objeto de ensino na aula de Língua Portuguesa”.

No turno da manhã, os professores se reuniram no Convívio Cultural e debateram sobre o tema “A leitura enquanto prática social e escolar: (des)encontros e perspectiva.

Durante a tarde, a oficina realizada sobre “Leitura: a construção de um objeto no processo de ensino e aprendizagem”, procurou mostrar ao professor como se avalia o nível de leitura de um aluno. “A partir das análises você pode perceber se o aluno compreendeu o que ele leu e consegue dialogar com a leitura. Como é que a gente percebe? Como a leitura é uma ação muito subjetiva, você vai ver rastro da compreensão na escrita do aluno, na fala”, concluiu a professora.

Paz e Bem!

 

 

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