É hoje! XXXV Gincana Cultural: “Teresina, meu amor!”

 

Chegou o grande dia! O dia de acordar cedinho e se preparar para um dos maiores eventos da comunidade dombarretana. Hoje é dia de encantar-se com as apresentações das equipes, de celebrar a união e o espírito competitivo que é regado de respeito, justiça e dedicação. É o momento de ex-alunos observarem a nova geração de “brilhantes amanhãs” e encherem os olhos ao lembrarem da época em que eram gincaneiros. É dia de vivenciar na pele o significado de “família dombarretana”: dia de grito de guerra, animação, alegria, sorriso, emoção. Hoje é dia de mostrar para todos que estarão no Iate Clube de Teresina que “Amar e mudar as coisas nos interessa mais”.

 

O TEMA

A XXXV Gincana Cultural: “Teresina, meu amor” já inicia com muita garra por parte das duas equipes, que tiveram como ponto de partida o tema oficial que foi lançado no dia 26/6.  

 

“É preciso ver e pensar sobre o que nos dói, sobre o que nos dilacera, mas é preciso mais. É preciso resistir e reinventar a vida urgentemente, amorosamente, cotidianamente. Como bons dombarretanos, sabemos que é preciso não nos deixarmos sucumbir pelas dores cotidianas, resta-nos, portanto, treinar os olhos e o coração porque “amar e mudar as coisas, me(nos) interessa mais.”

EQUIPES

Um dos primeiros passos foi a escolha não somente do nome da equipe, mas também a sua identidade. A equipe vencedora da última edição, a antiga equipe Aquicalá, apresentou-se a todos, mostrando que, em 2018, o nome que ecoará pelo Iate será Pietá. Com suas próprias palavras, os representantes da equipe se manifestaram da seguinte forma: “Como nossos atos vão combater a barbárie? Como seguir com a possibilidade de ternura, de mudança, neste chão em que se expande um imenso infértil?” É preciso empatia, é preciso compaixão. É preciso Pietá. Trazemos Pietá como a esperança de um recomeço, amor que une. Pietá, o esboço de um sorriso em um mundo que grita por alegria. PIETÁ, a nossa forma de amar.”

A antiga equipe Brazundanga, por sua vez, trouxe a inspiração do Profeta Gentileza, José Datrino, e promete fazer transbordar gentileza para todos que forem ao Iate. “No universo dos 6 milhões de Josés – brasileiros, Datrino saiu do seu mundo e foi mudar o seu espaço e vida. (R)existiu, até onde pôde, moldado aos padrões, sabendo que não podia fugir deles e, seguindo sua profecia, foi viver. Assumiu-se Profeta Gentileza e foi aí que propôs amar e mudar o mundo, ao seu tempo, questionando a realidade e os problemas que nos rodeiam. Elevou gentileza à vivência diária, como alternativa para mudar esse mundo acabado.”

 

 

TAREFAS ESPECIAIS

Como já é tradicional da Gincana Cultural IDB, as equipes sempre realizaram as chamadas “Tarefas Especiais” antes do dia da Gincana, contabilizando, desde já, vários pontos.

 

 

 

TAREFA ESPECIAL Nº 1 – Responsabilidade Social é amar e mudar as coisas

Nesta prova, as equipes tiveram a missão de se mobilizarem para conseguirem doações de alimentos e de sangue. E ambas as equipes abraçaram a causa e realizaram, como pedia a descrição da prova, “a maior e mais bonita campanha de doação da história desta Gincana ‘Teresina, meu amor’”. Na meta 1 da prova, que envolvia diretamente a doação de alimentos, as equipes arrecadaram toneladas e toneladas de alimentos que lotaram a quadra de esporte do IDB Leste. Nesta prova, a equipe Datrino faturou os pontos, mas, o mais importante, foi ver o empenho de todos em prol daqueles que mais precisam. Todos os alimentos foram destinados a diversas comunidades carentes e entidades de assistência social locais.

O mesmo empenho se viu na meta 2 da Tarefa Especial nº 1. Nesta parte da prova, as equipes tiveram que fazer uma campanha, com linguagens diversas, de combate ao desperdício de alimentos e de consumo consciente nos diversos ambientes da escola e adequada aos diferentes públicos da comunidade: alunos, pais, professores e funcionários do IDB/MMV. O resultado? Campanhas inspiradoras.

 

Por fim, a meta 3 da Tarefa Especial nº 1 era fazer uma campanha de doação de sangue que envolvesse as comunidades do Instituto Dom Barreto (centro e leste) e do Madre Maria Villac. A família dombarretana abraçou a causa, mostrando que responsabilidade social e ajudar o próximo significam “amar e mudar as coisas”.

TAREFA ESPECIAL Nº 2 – Divulgação Interna da Gincana Cultural: “Teresina, Meu Amor”.

Nesta tarefa, as equipes tinham a missão de deixar as marcas de suas equipes pelo prédio do Instituto Dom Barreto, através de uma decoração rica em cores, símbolos e que evidenciassem o nome das equipes. O objetivo era apresentar a proposta de cada uma das equipes e contagiar alunos, pais, funcionários e professores com o espírito de “Gincana.”

 

TAREFA ESPECIAL Nº 3 – Porque amar se aprende amando e sendo amado.

Com um tema tão inspirador, foi a vez de ver a criatividade e os talentos fluírem mais uma vez. Nesta tarefa, as equipes deveriam montar uma coleção de micro-histórias reais de compaixão, vividas por pessoas da e na comunidade dombarretana. A ideia era realçar gestos cotidianos que promovem encontros, acolhimentos, reconhecimentos, aceitação e alegria. E claro, as equipes deram um verdadeiro show.

TAREFAS EXTRAORDINÁRIAS

Tarefa Extraordinária nº 1

As equipes se reuniram no Ginásio Barretinho para uma partida de vôlei feminino, resultando no placar de 25×20 para a Equipe Datrino, que ganhou 25 pontos.

 

Tarefa Extraordinária nº 2

Uma nova partida de vôlei foi realizada, agora com os times de vôlei masculino, com final 25×14 para a equipe Pietá, que faturou 25 pontos.

 

Tarefa Extraordinária nº 3

Na Tarefa Extraordinária n° 3, cada equipe escolheu dois antigos alunos para uma competição de wakeboarding que aconteceu no Paradise Cable Park. Nesta prova, os juízes avaliaram os saltos, as manobras e a altura. A média das notas resultou em: 12,5 para a Equipe Datrino e 13,8 para a Equipe Pietá, que ganhou 25 pontos.

 

Tarefa Extraordinária nº 4

Na Tarefa Extraordinária nº 4: “É hora de dançar”, cada equipe reuniu 3 ”dançarinos” de just dance, sendo, necessariamente, do Ensino Fundamental, até o 8° Ano, para dançarem 3 músicas. Quem participou pela equipe Datrino foram: Ana Letícia, Maria Eduarda e Isadora Mendes e, pela equipe Pietá, Sara, Bia Valéria e Louise Militão. A equipe Pietá foi a vencedora de dois confrontos, levando 25 pontos.

 

Tarefa Extraordinária nº 5

Nesta tarefa, chamada “Se eu fosse um peixinho e soubesse nadar”, as equipes levaram um pai, uma mãe, um aluno e uma aluna para uma competição de natação, na modalidade nado livre, 50m, na piscina da Academia Bodytech, no Shopping Rio Poty. O vencedor do confronto de cada categoria recebeu 10 pontos. Ao final, o revezamento dos 4 participantes valeu 15 pontos para  o time vencedor. A equipe Pietá foi a vencedora e ganhou mais 55 pontos.

 

JURADOS

Conheça mais o currículo dos jurados da XXXV Gincana Cultural: “Teresina, meu amor”.

MANHÃ

  1. PROFESSORA TERESINHA

 

  1. ZÉ REIS

É ator, performer e diretor. Sua formação se divide entre Argentina, Belo Horizonte, Teresina, e Brasília. Residiu na Companhia Nacional de Dança Contemporânea de Buenos Aires e tem circulado pelo Brasil, América Latina e Europa com seus trabalhos. É pesquisador do Centro de Documentação em Dança da Universidade de Brasília.

 

  1. PÂMELA FRANCO

Arquiteta urbanista (UFPI). Especialista em práticas projetuais (UFPI). Mestra em Artes, Patrimônio e Museologia (UFPI). Coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Uninovafapi.

 

  1. DENIS BARROS

Doutor em Psicologia Social, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, é psicólogo e professor associado da Universidade Federal do Piauí além de docente do programa de pós-graduação em Desenvolvimento e Meio ambiente, do Mestrado em Psicologia e do Mestrado profissional em Gestão Pública.  Autor de vários trabalhos, dentre ele o livro “A cidade e a Alma reinventadas”, publicado pela Editora Casa do Psicólogo.

 

5 .CÁSIO MIRANDA

Graduado em Psicologia e Filosofia, é mestre em Letras, doutor em Letras, doutor em Psicologia e pós-doutor em análise do discurso, além de psicanalista e professor da UFPI.

 

TARDE

  1. PROFESSORA TERESINHA

 

  1. ZÉ REIS

É ator, performer e diretor. Sua formação se divide entre Argentina, Belo Horizonte, Teresina, e Brasília. Residiu na Companhia Nacional de Dança Contemporânea de Buenos Aires e tem circulado pelo Brasil, América Latina e Europa com seus trabalhos. É pesquisador do Centro de Documentação em Dança da Universidade de Brasília.

 

  1. PÂMELA FRANCO

Arquiteta urbanista (UFPI). Especialista em práticas projetuais (UFPI). Mestra em Arte, patrimônio e Museologia (UFPI). Coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Uninovafapi.

 

  1. PROFESSORA LOISE ANA DE LIMA

Graduada em Filosofia (UFPI), especialista em Teoria do Conhecimento (UFPI),  especialista em Gestão e Supervisão escolar (UVA), mestranda em Filosofia (UFPI), técnica de Ensino e Aprendizagem da SEDUC e professora do IDB há 10 Anos.

 

  1. ANA GALLARDO

Anita Gallardo é formada em Artes Cênicas, com especialização em Arte Terapia, Educação Especial Inclusiva e Estudos Contemporâneos em Dança. Trabalhou como professora de Arte e Dança em escolas para pessoas com deficiência intelectual. É propositora do projeto formativo “ÍM. PAR – Arte e deficiência intelectual” e do projeto artístico pedagógico “CARIMBO – Marcas da experiência”. Atualmente é professora da Escola Estadual de Dança “Lenir Argento” e graduanda de Licenciatura em Artes Visuais.

 

QUE O AMOR TRANSBORDE…

Neste dia tão especial em que preparamos o nosso coração para receber emoções que somente a XXXV Gincana Cultural: “Teresina, meu amor”, pode nos proporcionar, lembramos que “Amar e mudar as coisas” é mais que um tema, é também uma proposta para todos os dias da nossa vida. Seja como alunos, como professores, como colaboradores, ex-alunos, pais, mães, avós, tios e tias ou como todos aqueles que fazem essa grande família dombarretana: essa é uma proposta de vida.

Assim como tão bem nos ensinou o Professor Marcílio Rangel, podemos sim mudar as coisas se colocarmos amor naquilo que fizermos. “Que São Francisco nos ensine a olhar o mundo e a nós mesmos, aqueles que são próximos de nós e os nossos outros, com compaixão. Que a grandeza do miúdo e a beleza do extraordinário possam nos ajudar a encontrar saídas para a dor e para o horror, e que as coisas boas da vida possam ser celebradas, cantadas, dançadas e realçadas, afinal não é para isso que estamos aqui, que estamos juntos? Para amar e mudar as coisas? Sim, a vida na sua complexidade nos interessa mais.”

Que a mensagem final da Oração Ecumênica da Fraternidade seja o nosso guia:

“…Que no fim de todos os caminhos, além de todas as buscas, e depois de cada encontro, não hajam vencidos, nem vencedores, mas somente irmãos.”

Paz e Bem!