XXXVI GINCANA “TERESINA, MEU AMOR”: #SextafeiraparaTereSINA

O maior evento do Instituto Dom Barreto já tem data e tema definido. A Gincana Cultural 2019 ocorrerá no dia 16 de agosto, no Iate clube, e abordará o tema: “Teresina, Meu Amor”, que nesse ano vem com o propósito de ressaltar e valorizar a capital, trazendo o olhar da população teresinense para cantos esquecidos, a fim de que façamos de Teresina, mais uma vez, uma cidade nossa, aprendendo a valorizar as mínimas e grandes atitudes e a exaltar o amor pela capital, como canta Lázaro do Piauí:

 “Apenas olho minha Teresina

Como quem delira na beira do cais

Ai, troca, quem troca destroca

Minha Teresina não troco jamais”

O trigésimo sexto ano da Gincana Cultural “Teresina, meu amor” engloba 5 tarefas especiais e 12 tarefas normais, sendo elas:

TAREFA ESPECIAL Nº 1 UMA CESTA PARA TERESINA, COMPROMISSO COMO SINA

A prova tem a finalidade de criar uma “cesta” para Teresina, para combater o desperdício de alimentos que é uma das causas da fome crônica no Brasil.

TAREFA ESPECIAL Nº 2 DIVULGAÇÃO INTERNA DA GINCANA CULTURAL: TERESINA, MEU AMOR.

Nesta prova, a decoração dos diversos ambientes da Escola com cores, símbolos e nomes das equipes tem como objetivo expor à comunidade dombarretana os projetos de cada uma das equipes e de mostrar como elas encaram o tema e como escolheram se posicionar acerca dele.

TAREFA ESPECIAL Nº 3 DO(R)AÇÃO

A proposta desta prova é a doação de ração canina e felina para abrigos em Teresina, objetivando os cinco R’s da sustentabilidade – Reutilizar, Reciclar, Reduzir, Recuperar e Reintegrar – visando à doação de jornais para instituições que tentam promover uma vida animal digna.

TAREFA ESPECIAL Nº 4 – A CABEÇA PENSA A PARTIR DE ONDE OS PÉS PISAM

Esta prova é dividida em duas etapas. A primeira é a construção de um inventário sobre as questões ambientais, escolhendo bairros da capital para representar as condições da comunidade, como seus problemas e experiências positivas, além de indicar ideias que possam colaborar positivamente para a comunidade. A segunda etapa é a produção de um curta-metragem que deve apresentar as experiências e os encontros vividos pelas equipes nos bairros.

TAREFA ESPECIAL Nº 5 UMA CHARANGA PARA JOBIM

Nesta prova, as crianças da Educação Infantil entrarão em cena para dançar e cantar ao som de Tom Jobim. O propósito dessa prova é construir, com elas, uma charanga que trabalhe a temática “O meio ambiente, a cidade, nosso presente e nosso futuro”.

 

TAREFA NORMAL Nº 1 – DECORAÇÃO DO IATE E CAMISA

Nesta prova inaugural, as equipes apresentarão ao público e ao corpo de jurados as marcas, os símbolos e a identidade das equipes. Portanto, vale a pena, desde este início, relembrar o porquê de estarmos aqui. Para dizer sim para o movimento #FridayForFuture, olhando para nosso próprio umbigo e fazendo ao nosso modo uma #SextafeiraparaTereSINA.

OS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO INCLUEM: originalidade e criatividade na hora de apresentar, adequação ao tema da gincana e beleza da decoração. Já os critérios para avaliação da camisa incluem originalidade e criatividade na hora de apresentar, concepção do projeto, adequação ao tema e beleza e criatividade na composição da camisa.

PONTUAÇÃO: de 0 (zero) a 900 (novecentos) pontos

NÃO SE ESQUEÇAM: Tanto a decoração quanto a camisa serão avaliadas no início da manhã e da tarde, com o objetivo de se preservar a qualidade da decoração e de renovar a potência da alegria das equipes. Os pressupostos da sustentabilidade deverão ser, neste ano, o ponto alto da decoração. O tempo máximo será de 5 (cinco) minutos para cada equipe.

 

TAREFA NORMAL Nº 2: PARA O VERDE DOS TEUS OLHOS TERESINA, CANTO, DANÇO E FAÇO UM SOM

Somos um povo do coração quente, como Teresina. Somos, inclusive, reconhecidos por nossa expressão calorosa e nossa receptividade, por isso nesta XXXVI Gincana Cultural “Teresina, meu amor”:#SextafeiraparaTereSINA vamos enaltecer a capital. A intenção dessa prova é demonstrar o amor e a empatia por esta cidade, juntamente com a fraternidade, com nossos famosos gritos de guerra.

OS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO COMPREENDEM: animação da torcida, uso dos instrumentos feitos com material reciclado e criatividade nos gritos e nos jingles.

PONTUAÇÃO: de 0 (zero) a 800 (oitocentos) pontos

NÃO SE ESQUEÇAM: A animação da torcida será avaliada por todo o corpo de jurados (matutino e vespertino) e, como é indispensável, serão cuidadosamente observados o silêncio e o respeito durante as apresentações da equipe concorrente, assim como a diversidade musical e poética dos “gritos” e jingles cantados e tocados com os instrumentais inventados pelas equipes.

Os tradicionais recursos para animação não estão, obviamente, interditados. O que se pede é a inclusão de novas formas de animar as torcidas, incluindo os ideais defendidos. As equipes devem trabalhar com instrumentos feitos com materiais reciclados.

Juntem suas torcidas, VivaVós e TeraFlor, façam mais uma vez o Iate tremer, emocionar-se, arrepiar-se. Toquem com bastante alegria e entusiasmo os corações para a urgência e para a importância da nossa causa.

 

TAREFA NORMAL Nº 3: OUVIMOS O SEU CHAMADO, PEQUENA INDOMÁVEL DO CLIMA – ABERTURA

De uma coisa nós temos certeza: somos muitos a sentir a indignação de Greta. A sua voz nos sacode e lembra que o tempo urge e que, na “ponta” da questão do clima, estão muitas outras, como a riqueza predatória, o consumismo exacerbado e a miséria excludente dos que não podem consumir e apenas sobrevivem. Nessa prova, as equipes irão apresentar seus pontos de vista sobre essas questões e como se propõem enfrentá-las, que marcas esse debate deixará nos nossos corpos como indivíduos, como comunidade, como cidadãos e aquilo que não queremos que ninguém deixe de ouvir.

OS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO INCLUEM: cenário, adequação ao tema, criatividade na apresentação e relevância nas questões.

PONTUAÇÃO: de 0 (zero) a 800 (oitocentos) pontos.

NÃO SE ESQUEÇAM: Desta prova, deverão participar obrigatoriamente alunos de todas as etapas de ensino (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio) e antigos alunos do Instituto Dom Barreto e da Escola Popular Madre Maria Villac.

 

TAREFA NORMAL Nº 4 – ROTEIRO SENTIMENTAL PARA TERESINA

Somos ainda a Teresina dos nossos avós, dos nossos pais e mães, do vendedor de pipoca, do transeunte, do ciclista, do motorista do ônibus. Podemos dizer, então, que somos muitas Teresinas que se alteram tanto a partir das percepções individuais, quanto no tempo, nas espacialidades, nas memórias, nos projetos de cidade e nas práticas que incidem sobre ela.

Nesta prova, os gincaneiros devem apresentar uma narrativa em cenas, com trilha sonora e figurinos condizentes com as possíveis respostas que a equipe construiu para as questões que marcam as reflexões de quem vive e olha para nossa cidade: como crescer sem agredir? Como progredir sem desconsiderar a tradição? Como fazer coexistir múltiplas cidades? Como pensar nossa urbanidade sem desconsiderar a ruralidade do outro? Ou, como pensar nossa ruralidade sem desconsiderar a urbanidade do outro?

OS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO INCLUEM: abrangência e diversidade das narrativas, adequação dos textos (músicas, poemas, imagens…) ao tema, roteiro e apresentação.

PONTUAÇÃO: de 0 (zero) a 600 (seiscentos) pontos.

NÃO SE ESQUEÇAM: Devem participar alunos dos Ensinos Fundamental e Médio, pais de alunos e professores do Instituto Dom Barreto e da Escola Popular Madre Maria Villac. O tempo máximo é de 15 (quinze) minutos para cada equipe.

 

TAREFA NORMAL Nº 5: SOU LIVRE PARA O SILÊNCIO DAS FORMAS E DAS CORES OU EU PRECISAVA ACHAR O QUE NÃO PROCURAVA – MANUEL DE BARROS

Para Srur: “É preciso reciclar as ideias, reciclar o olhar e a forma como enxergamos a realidade […]”. Para Sayaka Gans “É possível criar algo belo e poderoso quando alinhamos nossas mentes na mesma direção, mesmo que haja pequenas diferenças e lacunas entre as pessoas”. O desafio desta prova é olhar em seu entorno e se encantar. E nos encantar com uma escultura feita de restos encontrados em casa e/ou pelas ruas da cidade. Escolham uma questão, um tema, um problema que esteja dentro do tema desta edição da Gincana, mudem o ângulo, a perspectiva, façam das incertezas belezas, façam nos melhores.

OS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO COMPREENDEM: apresentação/explicação da produção da peça artesanal. “making of”, a peça; relevância das questões/temas que fundamentam a peça e a carta para Teresina.

NÃO SE ESQUEÇAM: Essa tarefa deverá ser elaborada e executada por alunos do Ensino Fundamental do IDB Leste, IDB Centro e/ou Villac. E a peça/intervenção deve ser apresentada e explicada por eles, além disso, todo o processo de produção deverá ser registrado em um “making of” com os detalhes de como foram conseguidos os materiais e de como foi o processo de construção da peça.

A obra será apresentada por apenas um dos alunos envolvidos na sua produção, mas todos os outros deverão estar presentes e ainda, apresentar em dados sobre quanto tempo levam para se decompor e quais formas de poluição os materiais utilizados causariam se tivessem sido descartados de forma impensada na natureza. Após a apresentação da peça, deverão apresentar uma Carta para Teresina, escrita e lida por um aluno do Ensino Fundamental (no máximo uma lauda – também deverá ser entregue cópia aos jurados), expondo a posição da equipe sobre o reúso criativo e como esta pratica pode mudar a relação que temos com a cidade. O tempo máximo será de 15 (quinze) minutos para cada equipe.

OBSERVAÇÃO: poderão participar da preparação e construção da peça alunos do Ensino Médio, mas quem deverá conduzir a proposta e estar à frente da confecção e apresentação da tarefa serão os alunos do Ensino Fundamental; o vídeo do “making of” deverá ter no máximo 10 min e será entregue aos jurados no começo da prova, em pen drive; ao final da prova, as esculturas deverão ser preservadas para doação.

 

TAREFA NORMAL Nº 6 – BEIRA RIO, BEIRA VIDA, ASSIS BRASIL

“Moro num país tropical/ abençoado por Deus/e bonito por natureza/ mas que beleza…” Essa, entre tantas outras canções, reafirma a utopia do Brasil como um paraíso terrestre onde as riquezas naturais, advindas do imenso território e de seus variados ecossistemas, garantiriam, por si sós, recursos incontáveis, inimagináveis e inesgotáveis.

Houve, e ainda há, saberes e discursos mais pragmáticos que, embora construídos com base em dados objetivos, “inquestionáveis”, reforçavam a ilusão de que naturalmente para nós tudo está bem e tudo continuará bem por séculos e séculos… Alguns exemplos dessas “verdades inconvenientes”: O Brasil tem mais água doce que qualquer outro país (12% do volume total do Planeta); a diversidade da flora e da fauna brasileiras faz do Brasil o pulmão do mundo, já que a maior parte da Amazônia, maior floresta do mundo, fica em nosso território; a vocação do Brasil é a agricultura para exportação, dada a quantidade de terras disponíveis. 

Já superadas nas realidades local e global, essas falsas premissas precisam ser desmistificadas e enfrentadas nos usos cotidianos e nas políticas públicas e privadas de manejo dos nossos recursos naturais e também humanos. Na urbana Teresina, os rios Poti e Parnaíba são a presença mais evidente da natureza, mas assim como em outras cidades do Brasil, os rios que nos constituem e nos atravessam, ainda que vitais referenciais e essenciais, não são preservados e cuidados.

O que nos dizem os rios e não escutamos? O que nos dizem gritando? O que nos dizem murmurando? O que nos dizem os aguapés e a Mata Ciliar? O que nos dizem o barro, a lama, a terra das margens, os peixes? O que nos diz os meninos, as lavadeiras, os beiradeiros, os canoeiros, os pescadores? O que nos dizem as cheias? O que nos dizem os rios e seus habitantes?

Nesta prova, as equipes realizarão uma performance para contar o que nos dizem nossos rios, celebrando assim, as vidas que neles ainda habitam ou que deles dependem, mas também denunciando o descaso nosso de cada dia com esses bens materiais e imateriais tão preciosos. Propomos aos gincaneiros, nesta #SextafeiraparaTereSINA, que olhem, ouçam e sintam os rios para descobrir as conexões, rupturas e os descompassos entre a cidade, os seus cidadãos e os rios Poti e Parnaíba, nas suas aventuras e desventuras urbanas. A apresentação deverá ter como recurso primeiro os corpos sensíveis dos gincaneiros que, atravessados pelas vozes dos rios, dos que vivem nos rios, e em suas margens, expressem seus desejos e suas dores.

OS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO INCLUEM: pesquisa empírica para elaboração da prova; roteiro de apresentação da prova; execução da performance.

PONTUAÇÃO:  de 0 (zero) a 600 (seiscentos) pontos.

NÃO SE ESQUEÇAM: o tempo máximo será de 15 (quinze) minutos para cada equipe e o tempo de preparação será 5 (cinco) minutos para cada equipe.

 

TAREFA NORMAL Nº 7 –A CASA É SUA

Tempos bons de “campos de areia e água viva nos pés,/tempos bons dos rios de margens renovadas e ribanceiras movediças / do rio movendo seus habitantes e seus destinos”. Tempos bons “do rio arrecadando água de beber, água de lavar, água de nuvem, água de chão”.

Com esses fragmentos de memória, de história e de poesias, a intenção é incentivá-los a resgatar a relação dos teresinenses/piauienses com as nossas sertanias, verdanias, ribeirias e beiradeirices: modos dizer, de brincar, de passear, de trabalhar, de amar, de viver dos daqui, do Piauí. Como disse H.Dobal, os rios do Piauí estão, perenemente, a nos ensinar lições de ser e de estar, de ir e de ficar… Lições que nossos poetas, todos eles, do passado e do presente, cantaram. O que das sertanias, das verdanias, das ribeirias e das beiraderices ficou em nós? O que delas falta em nós? Só na poesia encontraremos as respostas.

A proposta, nesta prova, é que os gincaneiros organizem uma seleta de textos e poemas escritos por piauienses de diferentes épocas e estilos sobre suas relações/paixões/tensões com a “natureza” que nos constitui, com o meio ambiente mais amplo que nos contorna, apresentando, com base nesta seleta, uma leitura cênica de uma dramaturgia composta de três atos:

1- Construção de uma ambiência, um espaço cidadino, uma “casa” metafórica onde se evidencie a simbiose entre os piauienses e os rios, e entre os rios e o meio ambiente;

2- Leitura dramática dos textos escolhidos;

3- Uma exposição, em cartazes de lambe-lambe, das questões ecológicas, sociais e culturais que nos separam atualmente dos rios. Nos versos dos lambe-lambes, propostas concretas de ações para novos rumos e prumos, propostas para enfrentarmos o acúmulo do lixo urbano, que escorre para os rios, e propostas para a cobrança da ampliação das redes de esgoto, que são de responsabilidade e de controle das empresas que despejam resíduos poluentes nos rios, e para reflexão sobre as dinâmicas cotidianas.

Como modo de reconhecimento e de gratidão, as equipes deverão, ao longo da prova, desenvolver uma instalação em homenagem àqueles que anonimamente têm nos salvado do caos: os catadores de lixo. Mal vistos, desprezados, humilhados, maltratados, estas pessoas são responsáveis por 90% da coleta de lixo reciclado no Brasil. A instalação deve ser construída a partir de uma personagem real, o que deve ser documentado em uma microbiografia para ser lida em quadra e entregue aos jurados.

OS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO COMPREENDEM: criação da casa metafórica; sonoplastia; roteiro e execução da prova; painel de lambe-lambe; microbiografia; instalação.

PONTUAÇÃO: de 0 (zero) a 600 (seiscentos) pontos.

NÃO SE ESQUEÇAM: o tempo máximo será de 15 (quinze) minutos para cada equipe e o tempo de preparação será de 5 (cinco) minutos para cada equipe.   

 

TAREFA NORMAL Nº 8 UMA SERENATA PARA TERESINA

De um pequeno povoado essencialmente formado por pescadores e pequenos comerciantes, às margens do Rio Poti, nasceu Teresina. Desde então, diversos como o Brasil, somos uma terra de muitos, de diferentes. Nessa edição da Gincana “Teresina, Meu Amor”, #SextafeiraparaTereSINA, devemos soprar para o mundo aquilo que nos é mais particular e mais precioso: a cotia, o porco-do-mato, o macaco-prego, o xexéu, o sabiá, o bem-te-vi, o Cajuí, a Sambaíba, a Folha-larga, o Babaçu, a Carnaúba, o Buriti, o Pati, o Tucum e a Macaúba, sem esquecer também o Angico Branco, o Pau d’Arco Amarelo, o Ipê-Amarelo, o Juazeiro, o Tamboril, o Jacarandá, o Jenipapo, o Caneleiro.

Nossa riqueza é nossa cidade, ainda menina, e os rios que a abraçam, seu calor que faz suar e também acalenta, seu povo humilde e acolhedor, a mistura dos rios e do calor. Nosso também é o Polo Cerâmico do Poti Velho, o Centro Artesanal Mestre Dezinho, a Casa de Cultura de Teresina, o Teatro do Boi, o Clube dos Diários, o Memorial da Cidade, o Teatro João Paulo II, e o Teatro 4 de Setembro.

A prova, valendo pontos, deve ser a apresentação que cante a nossa cidade, a nossa história e as nossas riquezas culturais e naturais. Nessa prova, as Equipes deverão desenvolver uma música autoral sobre a cidade de Teresina e suas riquezas naturais/ambientais que tanto desejamos aprender a preservar. A esse exercício autoral dombarretano, deve-se somar as canções e ou o canto de nossos compositores e cantores para que juntos apresentem uma Serenata para Teresina, nesta sexta-feira especial, nesta #SextafeiraparaTereSINA.

A participação dos dombarretanos, nessa prova, ficará a critério das equipes, sendo que a peça autoral pode ser composta por alunos ou antigos alunos e que podem participar da prova alunos, antigos alunos, pais e funcionários dos Ensinos Infantil, Médio e Fundamental do IDB Leste, do IDB Centro e do Madre Maria Villac e da Casa Dom Barreto. Além, é claro, dos convidados especiais: artistas teresinenses de nascimento e/ou de coração (famosos, periféricos e/ou anônimos).

OS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO INCLUEM: apresentação do grupo vocal; seleção das músicas com ênfase nas riquezas e/ou nos problemas ecológicos de Teresina; adequação da música autoral ao tema; composição autoral (letra e melodia).

PONTUAÇÃO: de 0 (zero) a 800 (oitocentos) pontos.

NÃO SE ESQUEÇAM: O grupo vocal, por motivos técnicos, deverá ser constituído por quatro vozes, ou seja, apenas será aceito, no máximo, um quarteto, para a realização da prova. Aos jurados deverão ser apresentados letra e melodia da música autoral e uma ficha técnica da apresentação planejada para os grupos vocais de todos os envolvidos na Serenata. O tempo máximo será de 15 (quinze) minutos para cada equipe, sendo de 5 minutos o tempo máximo para a preparação.

 

TAREFA NORMAL Nº 9 TEMAS E CENAS

Entre os pilares da cultura humana, assentam-se a arte, a mística, a filosofia e a ciência. A arte, dentre esses pilares, é provavelmente o mais antigo e consegue representar também o avanço da humanidade. As figuras rupestres em São Raimundo Nonato-PI, por exemplo, conservam as imagens dessa nossa evolução e são simbólicas para a preservação da nossa história, quando os homens ainda habitavam cavernas e pintavam figuras do seu cotidiano nas rochas, sendo os primeiros registros desses longos passos, na evolução intelectual e tecnológica, que podemos presenciar.

Dentre as artes, a música e a dança estão presentes desde os primórdios da humanidade, sendo praticamente indissociáveis; enquanto que a pintura e a escultura, sendo formas de expressões majoritariamente tácteis, desenvolveram-se com a evolução do Homo Sapiens e suas múltiplas habilidades.

Compreendendo a capacidade de expressividade das obras cinematográficas e valorizando o alcance que elas podem ter, temos uma tarefa especialíssima para os nossos gincaneiros.  Nesta prova, eles deverão reproduzir uma cena de um filme brasileiro (um longa ou um curta-metragem, ou, ainda, um documentário) que traduza o sentimento e a mensagem que a equipe deseja compartilhará respeito das causas ambientais.

OS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO INCLUEM: elementos de cena e criatividade na reprodução desses elementos em quadra; execução da encenação/atuação; relevância das questões suscitadas na encenação; adequação à proposta; e alcance da mensagem deixada pela equipe.

PONTUAÇÃO: de 0 (zero) a 500 (quinhentos) pontos.

NÃO ESQUEÇAM: Esta cena pode representar uma experiência vivida na nossa cidade ou no nosso Estado. O tempo máximo será de 10 (dez) minutos para cada equipe e o tempo máximo para a preparação será de 5 minutos.

 

SUPERPROVA – NÃO QUERO LUXO, NEM LIXO

Em torno de 1960/70, começou a se viver a convicção de que era urgente, necessário e imprescindível repensar nossa humanidade, particularmente a relação homem/natureza. Percebe-se que grande parte da interferência do homem sobre a natureza, quando feita descolada de uma leitura sobre o meio ambiente, gera desperdício e lixo.

Mesmo com tanto conhecimento, ainda estamos longe de compreendermos a real extensão dos danos da ação do homem sobre a natureza e, principalmente, muito longe de incorporarmos as mudanças de hábito que farão a diferença. Sabemos, entretanto, que só com essa mudança de mentalidade seremos capazes de transformar nosso olhar e nossas práticas cotidianas.

Entretanto, de nada adiantar compreender, mas nosso infortúnio em relação ao desperdício se não colocarmos a mão na massa para trabalhar a favor de uma mudança no modo como lidamos com a produção, o consumo, o descarte e o reaproveitamento dos bens materiais. Nesta superprova, o que queremos ver, registrar e socializar é um olhar treinado, informado, um velho/novo olhar sobre as questões que envolvem este tema.

Nesta supertarefa, as equipes deverão viver, em quadra, sua leitura dos “R’s” que definem a prática da SUSTENTABILIDADE: refletir, reduzir, reutilizar, reciclar, respeitar, reparar, responsabilizar-se, repensar, recusar, reintegrar e repassar, tendo como eixo um desfile de moda que se dividirá em duas partes.

Primeira parte do desfile: cada equipe deverá organizar dois guarda-roupas cápsula, um com roupas masculinas e outro com roupas femininas, adquiridas em brechós da cidade de Teresina, em uma quantidade suficiente para montar CINCO LOOKS, que serão apresentados ao público e aos jurados do desfile. As roupas devem apresentar características especificas: ser de boa qualidade, ter um preço acessível e apresentar múltiplas possibilidades de uso. Sendo este, inclusive, um dos requisitos de julgamento. Esses guarda-roupas eficientes serão avaliados por dois conjuntos de critérios:

  • A justificativa para a elaboração dos looks, levando-se em consideração a narrativa de todo o processo de maturação e execução da prova, que tipo de peças a equipe resolveu escolher para fazer as composições e o porquê da escolha, discorrendo sobre a durabilidade das peças, sua versatilidade (tanto em relação aos diversos locais que essas peças podem ser utilizadas, como pelas suas diferentes possibilidades de usos; a escolha do(s) brechós; como esta prova mudou o olhar das pessoas nela envolvidas). Esta etapa deverá ser conduzida e apresentada pelo (a) gincaneiro (a) que assinará as coleções, exercendo a função de Design de Modas.
  • As concepções que orientarão o desfile: escolha dos modelos e a postura que adotada na apresentação das roupas, composição da trilha sonora e do roteiro do desfile, do cenário e da maquiagem. Esta etapa deverá ser conduzida pelo produtor de moda e apresentada pelo design responsável pela coleção. O desfile deverá ser concomitante à apresentação e à justificativa da escolha das peças.

PONTUAÇÃO PARA A COLEÇÃO: de 0 a 300 (trezentos) pontos;

PONTUAÇÃO PARA O DESFILE: de 0 a 300 (trezentos) pontos

TOTAL DA PONTUAÇÃO – primeira parte da superprova: de 0 (zero) a 600 (seiscentos) pontos.

Segunda parte do desfile: Nessa etapa da prova, vocês terão que usar a criatividade para olhar o mundo. De novo e de novo… e apresentar um look completo, todo construído de materiais reciclados pelos integrantes da prova. A escolha do material-base deverá considerar o seu descarte e desperdício na nossa comunidade dombarretana, o tempo de degradação na natureza e alternativas para o seu reuso e reciclagem. Considerando que este será o ponto auge do desfile de moda, as equipes deverão apresentar, também, um manifesto defendendo as práticas de sustentabilidade.

OS CRITÉRIOS PARA A COLEÇÃO SÃO: originalidade e criatividade do look; conhecimento apresentado a respeito da construção da peça, sobre o tipo de material utilizado, seu descarte na natureza, sua forma de poluição, quando mal-descartado, e outras formas de reciclagem dos materiais utilizados; explicação oral, para o público e jurados, sobre o processo de fabricação do look e entrega de um portfólio, no qual se possa comprovar que o look foi efetivamente produzido pela equipe e do manifesto.

PONTUAÇÃO: segunda parte da superprova: de 0 (zero) a 400 (quatrocentos) pontos.

NÃO SE ESQUEÇAM: o tempo total da superprova é de no máximo 20 (vinte) minutos para cada equipe.

OBSERVAÇÃO: Gran Finale

A apresentação deverá ter como ponto culminante a entrega de um mural que destaque iniciativas no mundo da moda, baseadas no reaproveitamento de materiais e nos princípios da sociobiodiversidade. O mural deverá ser inspirado em histórias reais de piauienses e brasileiros que trabalham neste campo, e produzido a partir de interações estéticas sobre textos e fotografias dos casos estudados, utilizando linguagens da arte urbana, como lambe-lambe, estêncil e grafite, produzidos com materiais reciclados e tinta orgânica. Os murais deverão ser montados (não confeccionados) no tempo de apresentação dos desfiles e preservados para doação após seu uso em quadra.

OS CRITÉRIOS PARA O GRAN FINALE SÃO: composição do painel e sociobiodiversidade das ações retratadas.

PONTUAÇÃO DO GRAN FINALE: de 0 (zero) a 200 (duzentos) pontos.

 

TAREFA NORMAL Nº 11 DESFILE

Já que o tema desta edição é a sustentabilidade, as equipes deverão reaproveitar o cenário da superprova para apresentar os candidatos a Garotas e Garotos IDB e MMV 2019 e Mister e Miss Comunidade IDB 2019. O desfile de cada casal terá de apenas uma etapa, que deverá ser realizada com traje de banho.

Os candidatos a Garoto e Garota IDB 2019 e a Garoto e Garota Madre Maria Villac 2019 devem ser alunos da Escola, completar a idade mínima de 15 (quinze) anos em 2019 e, como são menores de idade, apresentar uma autorização dos pais ou responsáveis para participar do desfile.

Os candidatos a Mister e Miss Comunidade IDB 2019 devem ser antigos alunos e devem completar a idade mínima de 18 (dezoito) anos em 2019, não podendo ser pais ou responsáveis de alunos. Não será permitida a participação de pessoas que concorreram ao mesmo título em Gincanas anteriores ou a qualquer outro título no ano anterior.

OBSERVAÇÕES: a avaliação do desfile levará em consideração somente desfile e música. Vale ressaltar que está permitido o uso de efeitos ou artifícios para decorar, embelezar ou incrementar o desfile, contudo, isso não será avaliado.

As equipes deverão fornecer os nomes dos candidatos para a comissão organizadora às12h do dia anterior, quinta-feira, dia 15 de agosto, e será garantida a permanência em quadra apenas de dois representantes de cada equipe. Após a preparação do desfile, somente será permitida em quadra a presença dos candidatos. Após a apresentação das equipes, os casais ganhadores deverão desfilar novamente para os jurados, segundo ordem de chamada estabelecida pelo apresentador da Gincana.

OS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO INCLUEM: carisma, estética e desenvoltura.

PONTUAÇÃO: cada categoria (GAROTA IDB, GAROTO IDB, GAROTA MMV, GAROTO MMV, MISS IDB e MISTER IDB) terá a pontuação de 25 (vinte e cinco) pontos para o candidato escolhido.

CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DO TEMA DO DESFILE:

originalidade, de 0 (zero) a 50 (cinquenta) pontos e adequação ao tema, de 0 (zero) a 50 (cinquenta) pontos.

 

TAREFA NORMAL Nº12 ENCERRAMENTO

Com a chegada do final da XXXVI Gincana Cultural “Teresina, Meu Amor”, aprendemos mais um pouco sobre a nossa cidade, a nossa cultura, sobre o nosso povo, e tudo aquilo que queremos preservar. Agora, só resta fazermos um lindo encerramento, lembrando sempre que juntos somos mais fortes,  que somos todos loucos uns pelos outros, e que o tempo urge e que a hora de fazermos o nosso melhor é o agora, e o lugar é o aqui. Não para sermos melhores que outros, isso não é necessário e já sabemos disso, mas apenas os melhores de nós mesmos…

Nesta prova; podem participar alunos de todas as etapas de ensino (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio), ex-alunos, pais ou responsáveis de alunos, professores, funcionários do Instituto Dom Barreto e da Escola Popular Madre Maria Villac.

OS CRITÉRIOS PARA A AVALIAÇÃO INCLUEM: adequação ao tema, apresentação e relevância das questões/temas apresentados.

PONTUAÇÃO: de 0 (zero) a 600 (seiscentos) pontos.

NÃO SE ESQUEÇAM: o tempo máximo para cada equipe é de 15(quinze) minutos, e para a preparação o máximo é 5 (cinco) minutos.