Felipe Coimbra é o primeiro colocado geral da Olimpíada Brasileira de Química 2015

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Da esquerda para a direita temos o primeiro colocado geral, Felipe Vieira, seguido dos medalhistas de ouro Pedro Guilherme e João Martins, a medalhista de Parta, Victória Cogo e o medalhista de Bronze, João Pedro.

Foi divulgado nesta segunda-feira, 05 de outubro, o resultado da Olimpíada Brasileira de Química 2015. O primeiro lugar geral foi do aluno da 3º Série do Ensino Médio, Felipe Vieira Coimbra. No total, sete alunos foram premiados com medalhas e dois receberam a distinção de Menção Honrosa.

Além de Felipe, os dombarretanos João Martins e Pedro Guilherme, da 3ª série do Ensino Médio, também foram medalha de Ouro na competição, na modalidade B, que é a modalidade voltada para os alunos do último ano do Ensino Médio ou tecnológico. Victória Cogo recebeu medalha de Prata e João Pedro Milhome foi medalhista de Bronze, ambos na modalidade B.

A aluna Alícia Fortes e Rubens Henrique, da 2ª série do ensino médio, receberam medalhas de Prata, competindo na modalidade A, destinada aos alunos da 2ª série do ensino médio ou séries anteriores. Os estudantes Dilson Bezerra Júnior e Ana Beatriz Rabelo, também da 2ª série do médio, receberam Menção Honrosa pela participação na Olimpíada.

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O medalhista de Prata na modalidade A, Rubens Henrique.

A OBQ é uma competição anual de química de âmbito nacional e tem por objetivo incentivar o interesse dos alunos pela química. Este é um evento de cunho competitivo, que anualmente se inicia no mês de agosto, para estudantes do Ensino Médio e tecnológico.

Para o coordenador de Química do IDB, Antônio Mendes, a participação em Olimpíadas é uma excelente oportunidade de o aluno ter bom desempenho na disciplina e nas demais atividades realizadas na escola.  “Eu sempre digo que a Olimpíada é uma porta. Se a gente observar dentro de cada escola, os alunos que participam de Olimpíadas têm um bom desempenho na disciplina. E não é só desempenho naquela área, mas em todas. Porque é um aluno que se dedica mais, que tem um nível de estudo mais avançado. Então, por mim todos os alunos deveriam participar. Ao participar, eles já têm uma dedicação, já têm uma visão sobre aquela área que ele vai participar. Esse aluno não fica apenas na aula do professor, ele vai buscar outros conhecimentos. E isso é muito bom.”, explicou Mendes.

O primeiro colocado geral da Olimpíada, Felipe Vieira, comentou o grandioso resultado. “Aqui no IDB a Química é um nível bem elevado, então a gente estuda em um nível mais razoavelmente próximo de uma Olimpíada por boa parte do tempo com os professores. Mais voltado para o estudo focado foi cerca de um mês. Quando sai da prova, me senti muito feliz, porque percebi que já tinha feito bastante. Daí já tinha somado com outro resultado da Olimpíada Norte Nordeste de Química, em junho, e atrelado com estudo e confiança deu certo”.

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À esquerda, Alícia Fortes, medalha de Prata na modalidade A. Em seguida, Dilson Bezerra Júnior e Ana Beatriz Rabelo, Menção Honrosa pela participação na Olimpíada.

A medalhista de Prata da modalidade A, Alice Fortes, afirmou que para ter um bom desempenho na Olimpíada, basta estudar para as provas escolares. “Esta é a segunda vez que eu participei da OBQ. Na primeira vez recebi menção. Este ano consegui medalha de prata. Já foi um bom avanço. Com relação ao resultado, na realidade, a química do IDB é muito boa. Então, se você estuda o suficiente para tirar boas notas, você já é capaz de ganhar uma medalha ou uma menção. Eu acredito nisso. Por exemplo, por fora, eu estudei para a OBQ, no máximo, uma semana. Não estudei um mês ou dois meses. O que eu já tinha era a bagagem do ano de estudar físico/química, química orgânica no colégio e isso me ajudou muito na prova.” comentou Alícia.

Parabenizamos nossos brilhantes amanhãs e a equipe de professores de Química do IDB, pelo excelente resultado alcançado.

Paz e Bem!