Monsenhor Joaquim Chaves é o homenageado da série “Caminhos do IDB”, desta terça-feira

20150825102917Joaquim Raimundo Ferreira Chaves, mais conhecido por Monsenhor Chaves nasceu na cidade piauiense de Campo Maior, em 9 de março de 1913 e faleceu em Teresina, no dia 8 de maio de 2007, aos 94 anos de idade. O laboratório de Biologia, localizado no Prédio “Deus Quer”, do Instituto Dom Barreto faz, portanto, uma homenagem a este Monsenhor que fez o seminário menor e cursou Filosofia, no seminário de Olinda – PE, bem como os estudos de Teologia. Em seguida, ordenou-se padre da Igreja Católica em 15 de setembro de 1935, na cidade de Teresina.

Em Teresina, onde sempre viveu, dedicou-se à arquidiocese como Sacerdote, Vigário Capitular (com o falecimento de Dom Severino Vieira de Melo), Vigário Geral (Arcebispado de Dom Avelar Brandão Vilela), Chanceler (Arcebispados de Dom José Freire Falcão, Dom Miguel Fenelon Câmara Filho e Dom Celso José Pinto da Silva). Professor e Reitor do Seminário Sagrado Coração de Jesus e do Colégio São Francisco de Sales (Diocesano); Professor (Francês) no Colégio Zacarias de Góis (Liceu Piauiense).

Por nomeação de Dom Severino Vieira de Melo, desde 27 de julho de 1941, era pároco da Igreja matriz de Nossa Senhora do Amparo. Constituiu a atual fachada principal e as imponentes torres da matriz fundadora da cidade. Recebeu o título honorifico de Monsenhor outorgado pelo Papa João XXIII.

Sua vida dedicada ao trabalho e aos livros lhe valeu várias homenagens. É cidadão teresinense por iniciativa do então vereador, Osmar de Carvalho Mendes, título outorgado por unanimidade (Lei nº 1.350 de 14 de março de 1972). O prefeito de Teresina, da época, Raimundo Wall Ferraz, o honrou com a Fundação Cultural Monsenhor Chaves. Joaquim também recebeu o título de Doutor “Honoris Causa” da Universidade Federal do Piauí (maio/2004), onde também foi membro do Conselho Diretor da UFPI.

Monsenhor Chaves ainda era membro da Academia Piauiense de Letras – ocupa no sodalício a cadeira 23 patrocinada por Lucídio Freitas; membro do Instituto Histórico de Oeiras, do Instituto Histórico do Paraná e da Academia Campomaiorense de Letras, onde ocupa a cadeira nº 1.

Paz e Bem!